All the while my mind stuck numb on that night
The creatures in my head are ready to start a fight
How can I concentrate when all my self release
Still burns towards myself so I keep seeking my peace
And added to that my wonder walls keep bruising it so
I am built and prone but still afraid of letting him go
But I can't help to feel the way my body aches
If you smooth me and you move me my walls are going to break
Monday, 24 August 2009
Thursday, 16 July 2009
Thursday, 9 July 2009
_procastination
Put me in a room
_ distraction less
spare me from worse, in the studio...
I would finally burn
tempted to work _
...distraction less...
spare me from worse
I would finally burn
tempted to work…
_ distraction less
spare me from worse, in the studio...
I would finally burn
tempted to work _
...distraction less...
spare me from worse
I would finally burn
tempted to work…
Monday, 28 July 2008
Tuesday, 4 March 2008
Thursday, 31 January 2008
Wednesday, 26 December 2007
Friday, 30 November 2007
Tuesday, 16 October 2007
Your absence will change everything
Hoje adormecia e só acordaria daqui por uns tempos
O clima mudaria, o sol voltaria e mandava embora os ventos
Prolongava o meu dia, menos horas dormia e os minutos corriam mais lentos
E se tudo batesse certo eu até te esquecia
Quando visse bem de perto
O bem que me fazia
O clima mudaria, o sol voltaria e mandava embora os ventos
Prolongava o meu dia, menos horas dormia e os minutos corriam mais lentos
E se tudo batesse certo eu até te esquecia
Quando visse bem de perto
O bem que me fazia
Thursday, 27 September 2007
Vício

Ela sai a meio da noite para comprar mais uns cigarros
Trás uma garrafa para amolecer o corpo denso
Vai cambaleando devagar por entre os carros
Usa o perfume canela de cheiro intenso
Ela tem os olhos sujos da pintura que borrou
E a roupa é a mesma que ontem usou
Conheci-a nessa loja e engracei com ela
Ela quer um corpo onde perder o juízo
Como te chamas? Chamo-me Daniela e eu "contigo simpatizo"
Jantámos no outro dia perto do casino
Ela foi gastar dinheiro num vestido bem justinho
Pintou o cabelo e as unhas de vermelho
E antes de sairmos olhou-se bem no espelho
Só mais um jogo, um copo e outro traço
Agarra-me na esquina e eu não escondo o embaraço
Pago o hotel, ela já perdeu o juízo
Quer o quarto vermelho e eu "contigo simpatizo"
Tem públicas virtudes e muitos vícios privados
E nessa noite acabámos de corpos bem anestesiados
Tudo o resto para ela não passa de suplícios
Esse mundo é o dela
O seu vício de ter vícios
Ela tem os olhos tristes com a pintura que borrou
E a roupa é a mesma que ela ontem comprou
Acordei naquele quarto e de mim me despedi
Tentei sair dali mas não consegui
Daniela, eu não fui cauteloso
E o meu vício és tu e o teu ciclo vicioso
Wednesday, 26 September 2007
Duas Faces
Vejo-me vazio na frente da televisão
Intermitente
Vacilo nos canais perturbantes
Mas não me distraem a mente
Tremo, não páro, redobro o consumo
Copos partidos no chão da sala cheia de fumo
Tremo, procuro, penso.. é duro
E preciso de uma maneira de saltar o muro
Saio do escuro mas não me mexo
Nem te esqueço
E quem dorme ao meu lado
Eu nem reconheço
Na tranquilidade do meu absoluto
Vens-me massacrar com o teu vulto
Estou quase a chegar, já vejo o fim do meu mundo
Continuo a nadar nesse meu poço, lá no fundo
E não vou parar, se parar
O caminho será mais curto
-----------------------//----------------------
Vejo-me vazia, fumo mais um cigarro
Memorizo frases que escrevi há bocado
Bebo outro copo, não consigo dormir
A cabeça está cheia de pensamentos a ruir
Penso que crescemos e não soubemos lidar
E o que aprendemos não soubemos comunicar
Às vezes pareces dormir ao meu lado
E quando acordo vejo aquele corpo emprestado
Mas massacro-me com decisões arrependidas
Para não se tornarem em memórias ardidas
Mas sabes, diz quem já conheces também
Há coisas que se perdem
Para não serem perdidas
Intermitente
Vacilo nos canais perturbantes
Mas não me distraem a mente
Tremo, não páro, redobro o consumo
Copos partidos no chão da sala cheia de fumo
Tremo, procuro, penso.. é duro
E preciso de uma maneira de saltar o muro
Saio do escuro mas não me mexo
Nem te esqueço
E quem dorme ao meu lado
Eu nem reconheço
Na tranquilidade do meu absoluto
Vens-me massacrar com o teu vulto
Estou quase a chegar, já vejo o fim do meu mundo
Continuo a nadar nesse meu poço, lá no fundo
E não vou parar, se parar
O caminho será mais curto
-----------------------//----------------------
Vejo-me vazia, fumo mais um cigarro
Memorizo frases que escrevi há bocado
Bebo outro copo, não consigo dormir
A cabeça está cheia de pensamentos a ruir
Penso que crescemos e não soubemos lidar
E o que aprendemos não soubemos comunicar
Às vezes pareces dormir ao meu lado
E quando acordo vejo aquele corpo emprestado
Mas massacro-me com decisões arrependidas
Para não se tornarem em memórias ardidas
Mas sabes, diz quem já conheces também
Há coisas que se perdem
Para não serem perdidas
Subscribe to:
Posts (Atom)








